Rômulo André Álvares, fundador da editora O Escritor, desde que se entende por gente, sempre teve a literatura bastante presente em sua vida. No Brasil, teve o privilégio de estudar em boas escolas que o incentivou ao consumo prazeroso da literatura, com clássicos nacionais e estrangeiros. Assim como a escrita, algo também cultivado por Rômulo, que adorava escrever bilhetes e cartas a quem gostava. E, até pra quem não gostava, também.
Aos 10 anos, recorda-se que, enquanto os amiguinhos passavam as tardes de domingo brincando na rua, o fundador da nossa editora já devorava tudo o que encontrava pela frente, no quesito leitura.
Começou pelas revistas VEJA, onde adorava as charges de Milôr Fernandes, as páginas amarelas e crônicas de Lya Luft. Mas, também a revista IstoÉ, Época e, até Playbloy, com suas famosas entrevistas e a sessão 20 Perguntas.
Durante sua adolescência, continuou a ler muitas revistas, passando para as de moda, como Vogue. E os livros ficaram um pouco de lado, sendo resgatado por eles a partir de um frase que ouviu de uma colega em uma festa, que fazia parte do romance Onze Minutos, de Paulo Coelho. Consegiu o livro emprestado com uma amiga, do qual nunca mais devolveu, mantendo-o - até hoje - em seu acervo, todo rabiscado, mesmo após 20 anos.
A partir de então, sempre que podia, estava lendo algum livro - em sua grande maioria por necessidade de aprender sobre o jogo da vida. Mergulhou em obras de auto-ajuda, pois, em um futuro, ambicionava escrever algo que pudesse ajudar pessoas, com tudo o que aprendeu ao longo da vida. Mas não passava disso.
Até que, muitos anos depois, após uma série de acontecimentos - principalmente em sua vida pessoal - acordou de um coma, sem querer continuar vivendo uma vida roterizada pelos outro, e viver aquilo que mais pulsava dentro de si: a vontade de escrever.
Desde criança, sempre escrevia vários poemas. Começou a rabiscar crônicas, sem saber que esse era o nome dado ao gênero das reflexões que escrevia sobre seu cotidiano, sentimentos e dilemas. Tendo uma delas lida no programa Mais Você, apresentado por Ana Maria Braga; em uma época em que a apresentadora lia crônicas inteiras no início de cada programa.
Enquanto fotografo, ou profissional atuante na área de moda, sempre manteve um blog, e sempre escreveu sobre muitos assuntos, em diversos gêneros. Continuou a escrever bilhetes, cartas e até diários. E, tudo isso, foi combustível necessário para que em seu primeiro livro (Oito Cartas, Destinatário Ausente), tivesse a ousadia de fundar sua própria ediotra, para ter liberdade de criação.
A Editora O Escritor acaba de completar 1 ano (em atividade), e já está em fase de finalização da sua próxima publicação: o drama e suspense-psicológico Era Uma Vez... Uma História Digna de Hollywood, também da autoria de Rômulo.
Mas, por trabalhar com todos os processos de uma edição - de capa a revisão - está aberta para projetos externos de outros autores; assim como, presta serviços de consultoria e marketing literário.
A seguir, processo criativo da produção da capa do primeiro livro da editora:
A primeira capa foi elaborada a partir de uma simples ideia inicial. Acreditamos que a ideia crua na mente de quem está por trás de um projeto, é o coração de tudo, e deve ser levada em muita consideração. E um dos elementos que o nosso editor Rômulo gosta de trazer sempre em suas imagens, é informações sobre a história, que faz com que em um determinado momento da leitura ou no final do livro, você volte para capa, e perceba que ela vem carregada de respostas sobre a narrativa.
A segunda capa produzida já nasceu a partir de uma nova visão sobre a obra, que carrega a ideia de um conto de fadas moderno sobre a história de dois adultos, mas, que remete a uma das reflexões principais do livro, que é sobre a ideia de amor perfeito que no é ensinada desde a infância, com a qual crescemos, buscamos, e na fase adulta, acabamos por nos deparar com realidades muito duras - completamete diferentes daquele cenário lindo, colorido e perfeito. Assim como acontece com o livro: ao passar da capa, você é transportado para uma realidade menos colorida e fantasiosa do que a gente aprendeu sobre o amor na infância e adolescência.
A terceira opção de capa foi um resgate a uma ideia que sempre acompanhou a primeira, de trazer uma estética arenosa e colorida, evidenciando o local onde se passa a história, nas falésias do vilarejo de pescadores Arraial d'Ajuda, na Bahia. E uma das inspirações para o conceito das cartas sendo levadas pelo vento, foi o romance O Morro dos Ventos Uivantes. A intenção era, desde ali, trazer uma estética mais clásisca para a apresnetação do romance, através da capa.
Por fim, a capa definitiva, que carrega todos os elementos que o nosso editor sempre quis, desde o começo do processo. Impacto, classe, mistério, beleza e exclusividade. Em uma capa que remete ao mar, ao clássico de histórias - trazido até pela carta escrita a mão, usada para montar um barquinho de papel -, o preto e branco e, uma possível de mancha de sangue que anuncia mistério e tragédia. Boa parte dessa inspiração veio da série Ripley, da Netflix, que também traz em sua narrativa e estética: romance, classe, sofisticação, mistério e tragédia em um vilarejo de pescadores.
Ainda para o livro Oito Cartas, Destinatário Ausente o projeto de marketing vem carregado de várias inovações no mercado, como: uma playlist no Spotify com músicas que inspiraram o autor na escrita, ou que, de algum modo, estão conectadas com a atmosfera da história. Assim como, um book trailer, com cenas dos lugares descritos no romance. Assista abaixo:
Nossa editora oferece serviços que toda editora completa oferece, como:
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